papo_delas_logo

SIGA O PAPO NOSSO CANAL /PAPODELAS
sem_filtro

Atleta apresenta jiu-jitsu para prima com Síndrome de Leigh

“Ela abriu um sorrisão dizendo que queria”, disse a atleta de jiu-jitsu Emily Alves, mostrando que o esporte é para todos.

A atleta de jiu-jitsu Emily Alves tem outra paixão além do esporte: a prima Natália Santana, que tem Síndrome de Leigh, uma doença neurológica que provoca a perda de capacidades como caminhar e segurar a cabeça.

Depois que viu um vídeo de um garoto especial participando de uma competição de jiu-jitsu, Emily pensou: “Se esse garoto pode, a Natália também pode!”. Foi então que Emily começou a traçar um plano para juntar suas duas paixões e mostrar ao mundo que o esporte, qualquer que seja ele, é para todos.

Ela perguntou para Nana, como chama carinhosamente a prima, se ela gostaria de um quimono rosa – a cor que Natália mais ama. “Ela abriu um sorrisão dizendo que queria. Fui lá e comprei”, disse Emily, em conversa com o Razões para Acreditar.

Foto: Reprodução

“Então, falei com meu mestre se poderia levar ela a uma aula, para ver como seria, se ela ia gostar. Ele liberou e fomos. Para a minha felicidade, ela amou!”

Desde então, Nana frequenta as aulas para crianças. A academia fica localizada no tradicional bairro da Mooca, em São Paulo, onde Emily e Natália moram.

Foto: Reprodução

Como Natália tem movimentos limitados pela Síndrome de Leigh, tudo o que ela consegue fazer é motivo de muita alegria, conta a prima-coruja. “Ela presta bastante atenção nas explicações, sabe repetir os movimentos e estou sempre ali, para ajudá-la.”

Foto: Reprodução

Natália fez 18 anos recentemente e interage super bem com as crianças que compartilham o tatame com ela. “Umas já chegam falando com ela. Outras ficam olhando de longe, curiosos”, explica Emily.

O bacana é que esse convívio acaba sendo um aprendizado para os pequenos.

Afinal, eles aprendem que “devagar e sempre” é melhor e que um atleta só é completo se leva na sua caminhada, junto com a faixa que segura o quimono, valores como companheirismo e solidariedade, bastante presentes na relação de Emily e Natália.

Foto: Reprodução

A Natália é meu coração que bate fora do peito. Tenho muito amor por ela e faço de tudo para ver ela feliz. Vê-la praticando um esporte é gratificante para ela, os professores, as crianças, pais das crianças e, principalmente, para mim.”

Foto: Reprodução

Fonte: Razões para acreditar

Insira suas palavras-chave de pesquisa e pressione Enter.