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Durante a 22ª Parada LGBT, Pabllo Vittar manda o recado: “Parem de nos matar”

Neste domingo (3), uma multidão lotou a Avenida Paulista, em São Paulo, durante a 22ª edição da Parada do Orgulho LGBTQ. O evento, que contou com mais de 18 trios e nomes como as cantoras Preta Gil e Anitta, celebrou o direito à diversidade e representatividade. Entretanto, mesmo com o clima de festa que tomou conta das milhões de pessoas presentes no principal cartão-postal paulistano, um assunto importante não deixou de ser tratado.

“Parem do nos matar”esta foi a frase escrita na roupa usada por Pabllo Vittar. O look da cantora apresentava manchetes e números sobre os diversos tipos de violências com motivações homofóbicas. Se tratando de Brasil a postura de Pabllo é pertinente, isso porque este é um dos países com os maiores índices de mortalidade entre a população LGBTQs.

Pabllo cantou, mas também chamou a atenção para o aumento da homofobia

“Não se calem, não aceitem bullying, denunciem. É uma coisa muito feia. A gente já está em 2018, caminhando para 2019. Por favor, né?”, disse Pabllo.

Recentemente o Grupo Gay da Bahia (GGB) apresentou um levantamento demonstrando que em 2017 os homicídios com motivação homofóbica cresceram 30% em relação ao período anterior, passando de 343 para 445. O fato coloca o Brasil como o país que mais mata LGBTQs.

A situação é grave e o país latino-americano registra homicídios superiores a locais onde existe pena de morte contra LGBTQs, caso de alguns países africanos e do Oriente. O principal meio ainda é a arma de fogo, responsável por 30% dos crimes, seguida por facas (25,2%) e outros objetos cortantes.

A Parada é mais um manifesto pela liberdade de ser

Outro veículo de difusão de ódio são as redes sociais. Aliás a própria Pablo Vittar foi vítima de uma série de comentários homofóbicos de pessoas que ainda não conseguem entender que a diversidade é uma condição inegociável.

Apesar da ausência de modos eficazes de combate aos crimes de homofobia, é fundamental que estes atos sejam denunciados. Atualmente existe uma série de organizações independentes atuando não só na fiscalização, mas também no acompanhamento psicológico e de saúde para combater a vulnerabilidade provocada justamente pela discriminação. O Hypeness é um destes veículos que todas as formas celebram a liberdade contra a intolerância da homofobia.

Fonte: Hypeness

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