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Jornalistas protestam contra assédio e machismo no esporte

Cansadas de casos de assédio, mulheres do Brasil inteiro se uniram.

É um pedido simples: #DeixaElaTrabalhar. 

Um grupo de jornalistas esportivas de várias partes do Brasil se uniu e lançou neste domingo (25/3), via redes sociais, um manifesto contra assédio e machismo nos estádios, redações e qualquer ambiente de trabalho. Entre as falas expostas, xingamentos, posicionamentos machistas e até ameaças de estupro. 

O movimento, batizado de “#DeixaElaTrabalhar”, surge da inquietação de mulheres jornalistas cansadas do assédio que sofrem na prática do seu trabalho. Ele ganhou adeptos no Brasil inteiro e gerou repercussão nas redes sociais, chamando atenção dos principais clubes do país, incluindo a dupla Ba-Vi, que divulgou o vídeo feito pelas profissionais nas redes sociais. Os perfis oficiais da Confederação Brasileira de Futebol e de Judô também se manifestaram a favor da causa.

O movimento surgiu após o recente caso de assédio sofrido pela jornalista Bruna Dealtry, do Esporte Interativo, que foi beijada por um torcedor ao vivo, sem o seu consentimento. Cansadas dos constantes casos de assédio, agressões e desrespeito, cerca de 50 mulheres que trabalham na área decidiram engajar a campanha, que tem como objetivo conscientizar e evitar que novos episódios de machismo se repitam.

Além de clubes, emissoras, outros jornalistas, torcedores e atletas demonstraram apoio à luta das jornalistas. 

#DeixaElaTrabalhar

 

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