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Mulheres lideraram 37 blocos de Carnaval empoderados por todo o Brasil

Que as mulheres estão ocupando todos os espaços e mostrando sua potência em todas as áreas, da música à ciência, não é novidade. Mas a gente acha o quê? Pouco! Queremos mais – muito mais! As produções culturais já passam pelas mãos delas em todos os níveis e chegam ao Carnaval cada vez mais fortes. O empoderamento feminino, da produção à bateria dos blocos de rua, se mostra uma ferramenta única e necessária para os debates de gênero.

As organizações e atuações nos blocos já foram dominadas completamente por homens, mas vemos um crescente de mulheres surgindo com com novas propostas espalhadas por todo o Brasil. O assédio nas festas foi o grande estopim para falar da presença feminina no Carnaval – e seguiu como tema com campanhas lindas como a #CarnavalSemAssédio. Mas a representatividade e hierarquia no trabalho dentro dos blocos mostrou uma mudança de rumos.

Nada menos do que 36 blocos hoje são de produções femininas. Necessário começar pelo Ilú Obá De Min, de São Paulo, até pelo significado do próprio nome, vindo do Yorubá: Mãos femininas que tocam tambor para Xangô. O Ilú é uma associação sem fins lucrativos que tem trabalha com foco nas culturas de matriz africana e afro-brasileira e na mulher. Surgiu após vinte anos de pesquisa-ação desenvolvidas por suas dirigentes Beth Beli e Adriana Aragão, iniciando suas atividades em novembro de 2004.

Foto: Reprodução

O Ilú, que pela história, ações e maravilhosidade de seu desfile já merece destaque. Mas existem ainda outros bons e com muita bagagem, como o Bloco Nem Com uma Flor. Promovido pela prefeitura do Recife, o bloco sai há 17 anos para conscientizar os foliões sobre o fim da violência contra a mulher. Os outros surgiram nos últimos 10 anos, mas já mostram que vieram para ficar.

Estimulando também o aprendizado, alguns blocos investem em formação musical, como As Calungas, em João Pessoa, e As Batucas- Orquestra Feminina de Bateria e Percussão, em Porto Alegre. Já os politizados, que lutam contra a violência contra a mulher, reafirmaram sua força, como o Mulheres Rodadas, que acontece desde 2014 no Rio de Janeiro; o Filhas da Luta, de Macapá, que sai às ruas desde 2015; o Bloco Maria Vai com as Outras, há 8 anos nas ruas de Manaus; e o Bloco das Perseguidas, que surgiu em 2013, em Brasília.

Na contramão, o bloco feminista Bloco Bato Siririca, da cidade de Sobral, no Ceará, foi retirado dos festejos de 2018, mesmo após ser contemplado com edital e ficar classificado entre os blocos oficiais da cidade. O bloco saiu de forma independente e manifestou repúdio após o corte, que também gerou forte polêmica nas redes sociais.

Vamos à lista dos blocos femininos que saíram em 2019 pelo Brasil:

São Paulo (SP)

Ilú Obá de Min

O Ilú Obá De Min – Educação, Cultura e Arte Negra é uma associação paulistana, sem fins lucrativos, que tem como base o trabalho com as culturas de matriz africana e afro-brasileira e a mulher. Surgiu após vinte anos de pesquisa-ação desenvolvidas com variados grupos sociais por suas dirigentes Beth Beli e Adriana Aragão e iniciou suas atividades em novembro de 2004, tornando-se pessoa jurídica em 2006. É um dos cortejos mais lindos que se pode ver no Carnaval da cidade.

Foto: Reprodução

Desculpa Qualquer Coisa

Esse é o terceiro ano que o bloco mais sapabi de São Paula mete o dedo no pré-carnaval oficial da cidade para fazer todo mundo dar volta e meia atrás do trio. O bloco Desculpa gosta de trocadilho, glitter e safadeza. Além da bateria, o bloco tem som comandado pelas DJs Sol Lima & Thaís Esmeraldo, Stefanie Dias & Marília Castelli, Elky Araujo & Sal Esaú, Grace Kelly e Renata Corr; e participação das Maravilhosas Corpo de Baile.

Siriricando

Bloco Siriricando é um bloco feito para mulheres que amam mulheres, onde o protagonismo é das minas lésbicas e bis e todes são bem vindes para curtir um carnaval divertido, seguro e confortável. Pelo terceiro ano, o Bloco bota o brejo na rua novamente, mostrando que as mulheres lésbicas e bis resistem com deboche e alegria e nenhum governo fascista vai estragar a nossa diversão.

Bloco de Dona Yayá

Em março de 2000 nasceu o YAYARTES Bloco Carnavalesco Casa de Dona Yayá, dentro da União de Mulheres do Município de São Paulo. O grupo foi pensado para chamar a atenção para a Casa da Dona Yayá, desocupada desde a década de 60 com a morte de sua mais famosa moradora e caracterizada como patrimônio histórico desde a década de 70, e incentivar a discussão de seu uso pela comunidade. O bloco vem saindo às ruas todo domingo anterior ao domingo de Carnaval, desde que surgiu, no tradicional bairro do Bixiga, em São Paulo. Em seu trajeto, que inclui uma parada obrigatória na Casa de Dona Yayá, nascida Sebastiana de Mello Freire, de rica e influente família paulista, o bloco reaviva a memória da figura feminina emblemática de Dona Yayá, uma mulher à frente de seu tempo que cedo seria considerada insana e incapaz e confinada no casarão em que hoje funciona o CPC – Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo, espaço aberto ao público desde 2004 para atividades como visitas, exposições, oficinas e cursos.

Foto: Reprodução

Bloco Pagu

O Bloco Pagu nasceu em Outubro de 2016 com a missão de exaltar a busca por equidade e respeito à liberdade individual da mulher. Em pouco tempo tornou-se um dos mais expressivos blocos de carnaval de São Paulo, com uma bateria feminina com cem mulheres, entoa junto as interpretes principais, Barbara Eugênia, Julia Valiengo (Trupe Chá de Boldo), Soledad e Raquel Tobias clássicos da MPB que tornaram-se famosos na voz de ícones musicais do país: de Carmem Miranda a Elis Regina, passando por Marisa Monte, Gal Costa, Maria Bethania, Dona Ivone Lara, Rita Lee, Alcione, Beth Carvalho, Baby do Brasil, Margareth Menezes, Elba Ramalho, entre outras.

Foto: Reprodução

Siga Bem Caminhoneira

Este é um bloco coletivo de visibilidade lésbica e bissexual, um espaço pras mulheres se sentirem livres, respeitadas, empoderadas e seguras. Desde 2017, elas colocam seu bloco na rua pra celebrar a sexualidade, diversidade e resistência. São mais de 100 mulheres unidas pra fazer um carnaval cheio de sapatão, bi, r̶e̶b̶u̶c̶e̶t̶e̶i̶o̶, batuque, alegria e respeito.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Eu acho é Coco

Novinho em folha, o bloco liderado por Rafaella Nepomuceno, surgiu a partir do grupo Coco de Oyá. O trio de vozes femininas e feministas, composto também por Sthe Araújo e Kelli Garcia, tem batidas potentes e identidade marcantes, unindo o Coco de Roda e o Baianá das Alagoas. Hoje, além do grupo, elas formam um bloco que amplia, reverbera e abre espaço para que mulheres – e todxs que se sintam como tal -, de todas as idades, com e sem conhecimentos percussivos, possam se achegar e fazer parte da tocada. Os ensaios acontecem todos os domingos, às 15h, na Praça na Nascente, de onde também sairá o bloco.

Rio de Janeiro (RJ)

Mulheres Rodadas

O Bloco Mulheres Rodadas é o primeiro bloco feminista do carnaval carioca. O grupo surgiu em 2015, como forma de protesto contra uma postagem machista feita na internet que dizia: “Não mereço mulher rodada”. Subvertendo a ordem e aproveitando o carnaval, o bloco perguntava: ainda cabe hoje algum rótulo dado às mulheres por conta de suas escolhas? Nos últimos cinco anos, o bloco levou milhares de pessoas às ruas com uma banda majoritariamente formada por mulheres, com repercussão nacional e internacional.

 

Foto: Reprodução

Mulheres de Chico

Primeiro bloco de carnaval formado apenas por mulheres. O Mulheres de Chico homenageia o compositor Chico Buarque de Hollanda com arranjos originais.

Mulheres da Vila

Fundado em 8 de março de 2010, dia da mulher, o G.R.B.C. Mulheres da Vila é exclusivamente formado por mulheres. Os únicos homens permitidos são o rei e o muso da bateria.

O Batuque das Meninas

Fundado em 2009, o bloco Batuque das Meninas é formado apenas por mulheres oriundas das oficinas de percussão do Monobloco, Quizomba e Bangalafumenga. No repertório estão marchinhas, forró, ijexá, axé, pop, rock e funk carioca em ritmo de samba.

Bloco Toco-xona

Primeiro bloco LGBTQI+ de Carnaval fundado por mulheres lésbicas que no repertório faz releituras de Madonna a É o Tchan. Desde 2007 no Rio de Janeiro e há 3 anos em São Paulo.

 

Foto: Reprodução

Rebu – O Bloco

O Bloco das minas que beijam minas, das namoradas que tem namoradas, das fanchas, caminhoneiras, sapas e todas as tribos do brejo.

Bloco das Trepadeiras

Criado em 2008 pela cantora e atriz Maria Thalita de Paula, o Bloco das Trepadeiras floresce mais e mais a cada ano. Foliãs sapequinhas, envoltas em folhagens, flores e frutas, e regadas pela alegria mágica da festa, brotam e se espalham pelas ruas do Rio para brincar o carnaval. As Trepadeiras podem ser vistas tomando muros, grades e andaimes.

Quando? No domingo, pelo caminho do Cordão do Boitatá e do Cordão do Boitolo, e na quarta-feira de cinzas, no Me Beija que eu Sou Cineasta

Foto: Reprodução

Maria Vem com as Outras

A bloca Maria Vem com as Outras começa na urgência de ocupar o carnaval a partir do olhar das mulheres. O primeiro encontro das Marias se deu em meados de julho de 2016 e nossa coroação carnavalesca aconteceu no carnaval de 2017. O processo de se conhecer e reconhecer enquanto mulher em todos os espaços da vida foi importante para a nossa consolidação e a reunião de tantas mulheres num bloco. Entendemos que a apropriação dos instrumentos musicais ainda é muito discriminada e que reforça lógicas cada dia mais ultrapassadas sobre o lugar da mulher na sociedade.

Belo Horizonte (MG)

Bloco Bruta Flor

Fundado em 2015, o Bruta Flor é um bloco de carnaval formado exclusivamente por mulheres. Empoderamento, representatividade e fortalecimento embasam as ações do grupo, que hoje compreendem a formação de um repertório autoral com músicas de Cantautoras residentes em Belo Horizonte, rodas de conversa e oficinas. O bloco se mobiliza durante todo ano em ações de defesa dos direitos das mulheres e no período próximo ao carnaval, organiza o “Carnaval das Mina”, cortejo que reúne blocos de mulheres de Belo Horizonte.

 

Foto: Reprodução

Tapa de Mina

2019 marca o primeiro cortejo do grupo que pretende retratar, por meio dos significados e sentidos atribuídos a Iansã, relacionando-os com cotidiano da mulher brasileira, belorizontina, a luta por respeito e igualdade, na busca em ocupar os diversos espaço por onde percorrer, bem como o Carnaval. Assim, Iansã representa a mulher guerreira por vocação, que vai à luta e defende o que é seu. Que sabe conquistar, seja no fervor das guerras/obstáculos, seja na arte do amor. Capaz de transformar a batalha do dia-a-dia em felicidade.

Baque de Mina

O Baque de Mina é um grupo percussivo formado exclusivamente por mulheres que tocam Maracatu de Baque Virado, tradicional manifestação popular de Pernambuco sendo considerado o mais antigo ritmo afro-brasileiro. Criado em Belo Horizonte no carnaval de 2013, o grupo Baque de Mina inova na capital mineira, ao apresentar uma bateria exclusivamente feminina tocando Maracatu, manifestação que, originalmente, era tocada apenas por homens.

Foto: Reprodução

Truck do Desejo

Nasceu no dia 21 de abril de 2018 quando uma sapatão, sua ex, a ex da ex dela, a atual, a ex peguete da ex e a futura ex peguete da atual se reuniram com uma vontade: fazer um bloco de carnaval de mulheres sapatonas e bissexuais, caminhoneiras, futuristas, convictas. O repertório da Truck transita por vários os ritmos, privilegiando as compositoras e cantoras lésbicas e bissexuais. Nossa política é o humor, mas o assunto é sério. Cola quem quer. E o protagonismo? É a força da mulher sapatona.

Sagrada Profana

Com bateria formata totalmente por mulheres, o bloco reforça a importância do protagonismo feminino. No som, músicas de mulheres como Elza Soares, Rita Lee e Anitta.

Foto: Reprodução

Olinda (PE)

Essa Fada

Mulheres se reúnem em um bloco carnavalesco voltado ao feminismo. Um grupo de recifenses fundou em 2015 o Grêmio Anárquico Feminístico Essa Fada, como uma prévia improvisada para impactar na festa. A alusão à fada brinca com o imaginário sexista de uma figura feminina meiga, perfeita, disponível a atender pedidos e realizar expectativas dos outros. “Essa fada”, “és safada”, essa pode ser e fazer o que bem quiser.

Vaca Profana

O bloco surgiu no Carnaval de 2015 e a personagem recebeu este nome por causa da música de Gal Costa e também por conta de uma fantasia usada por sua fundadora e reprimida pela polícia. Mas ela vai muito além disto. A Vaca Profana se faz necessária como símbolo de libertação do corpo da mulher. Para desconstruir o tabu em relação aos seios femininos, a Vaca Profana vem para desfazer outras falas de aprisionamento do ser feminino. Assim, usam o Carnaval pra comunicar e protestar de uma forma irreverente e séria ao mesmo tempo. Neste ano, o bloco sai em homenagem à Marielle Franco.

 

Foto: Reprodução

Recife (PE)

Maracatu Baque de Mulher

O Maracatu Baque Mulher Matriz é composto por mulheres da cidade de Recife e região, que atuam ao longo de todo o ano, e por integrantes de outras cidades que participam presencialmente das atividades, durante o carnaval, e do processo de construção das Nações de Maracatu de Baque Virado Encanto do Pina e Porto Rico, que são suas fontes de resistência e Axé. O Maracatu Baque Mulher Matriz idealizado por Mestra Joana Cavalcante é dirigido, coordenado e supervisionado por ela.

 

Foto: Reprodução

Bloco Feminista Amor Livre

Bloco Carnavalesco Feminista que desfila desde 1999, sempre na quinta-feira que antecede o carnaval. Seu objetivo é promover o respeito à diversidade sexual e a eliminação de qualquer forma de violência baseada em gênero e sexualidade.

Nem com uma Flor

Promovido pela Secretaria da Mulher do Recife, o bloco desfila pelas ruas do Recife Antigo exigindo o fim da violência contra mulher. Com o lema “Ô abre alas que ela vai passar como quiser e gostar”, a agremiação traz os gritos das mulheres no combate ao assédio durante a folia de momo. Este ano, as atrações do bloco são a cantora Joana Flor, Orquestra 100% Mulher, Maracatu Baque Mulher e a boneca Linda da Tarde.

Foto: Reprodução

Bloco das Conchittas

João Pessoa (PB)

As Calungas

O Grupo foi criado em 2012 por um grupo de mulheres percussionistas profissionais que se identificavam com o universo da cultura e da música popular. Elas se apresentam em cortejos e arrastos com o seu batuque percussivo formado exclusivamente por mulheres como também em shows onde é apresentado um repertório que mescla homenagens a grandes artistas brasileiros.

Foto: Reprodução

Sobral (CE)

Bato Siririca

Muito além de um bloco carnavalesco, o Bato Siririca faz parte de um movimento feminista formado por mulheres de variadas idades, sexualidades e profissões, dos diversos setores, da sociedade civil, que busca evidenciar a necessidade de se discutir a violência contra a mulher, a censura ao corpo feminino e as diversas formas de manifestação desse corpo.

Belém (PA)

Bloco do Rebuceteio

O bloco do rebuceteio é feito por pessoas que acreditam no poder do xiri e não recebe nenhum tipo patrocínio para os custos da festa, necessários pra que todas elas lacrem na avenida! O Rebuceteio desfilará pelo 4º ano nas ruas e está sendo preparada uma programação babado pra gente se divertir. Com o tema “Os Tempos das Deusas” queremos falar do tempo de cada uma de nós em meio aos tantos afazeres diários – muitos deles impostos pela podridão de um sistema que tenta nos aprisionar e nos engolir!

 

Foto: Reprodução

Porto Alegre (RS)

As Batucas

O que começou como um aprendizado de bateria e percussão, evoluiu para um grupo mais amplo que já se apresentou em inúmeros palcos da cidade, como o Ocidente, os carnavais no Vila Flores, em projetos sociais, e ainda nas participações em projetos na rua, em festivais e eventos especiais. E elas vêm esse ano com o suporte da harmonia com baixo, guitarra e gaita, além do grupo vocal. A batucada fica por conta das baterias, repiniques, caixas, agogôs, surdos, reco-recos, triângulo, chocalhos e sucatas das quase 60 integrantes.

 

Foto: Reprodução

Não Mexe Comigo que Eu Não Ando Só

Tocamos tambores, sopros, cordas, chocalhos, agogôs, tamborins, cantamos tocados por mulheres. Elas tocam o terror. São fortes, são muitas: “Somos uma só pois não estamos sós”. Saí no pós, dando aquela esticadinha marota no Carnaval.

Foto: Reprodução

Curitiba (PR)

Siribloco

Siribloco é o mais novo bloco de pré-carnaval da cidade de Curitiba, criado em 2018, e pretende lateralizar a folia!

Foto: Reprodução

Florianópolis (SC)

Cores de Aidê

Cores de Aidê nasceu no dia 21 de fevereiro de 2015, no Morro do Quilombo, em Florianópolis. Um grupo de mulheres se uniu para viver a arte e mergulhar no universo percussivo do Samba Reggae. A partir dessa influência afro brasileira, surgiram composições próprias, arranjos, coreografias e principalmente relações baseadas na liberdade e no respeito a união de etnias.

 

Foto: Reprodução

Macapá (AP)

Filhas da Luta

Brasília (DF)

Vai com as Profanas

Um bloco tropical-feminista que homenageia a música brasileira e mistura com a mais do que necessária luta por igualdade de gênero. Dançam e lembram que toda diferença tem de ser igualmente respeitada, que ‘não é não’ e que ‘meu corpo, minhas regras’ é o primeiro mandamento de qualquer relação de contato, visual, verbal ou físico.

Maria Vai Casoutras

Maria vai Casoutras é uma banda de percussão formada exclusivamente por mulheres, com sede em Brasília. É surdão com violão, com cavaco. É repique com caixa, com gaita e baixo. É um coro de vozes enérgicas, cantando a astronave de eva, o sol de tieta e o eeeeê do faraó. E tocado por uma mulherada virada no jiraya

Foto: Reprodução

Bloco das Perseguidas

O bloco-protesto-festivo mais libertário-escandaloso da Capital Federal!

Goiânia

Bloco Pererecas Do Cerrado

 

Fonte: Hypeness

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