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Quer se aventurar no amor livre? 6 dicas para não cair em cilada

Tem cada vez mais gente desapegando da monogamia e se aventurando nas novidades do amor livre e do poliamor. Mas, exatamente por ser algo novo, esses formatos de relação ainda podem causar confusão e até machucar algum dos envolvidos.

A psicóloga Natasha de Rose viveu na pele algumas dessas ciladas. “A gente foi criado para ser monogâmico. A partir do momento que decide entrar no poliamor, erra bastante”, conta. Ela foi noiva por quase quatro anos, até que, em 2013, terminou a relação e começou uma nova. Dessa vez, os dois decidiram adotar o amor livre. Desde então, encarou machismo e até já se viu sendo enganada para participar de ménages com casais.

Hoje, mais experiente, Natasha compartilha em seu canal do Youtube dicas sobre o que já viveu. E não foi pouco: já foi solteira adepta do amor livre, namorou homem, mulher e homem e mulher ao mesmo tempo. Atualmente, está em um relacionamento aberto com um cara. Aqui ela dá algumas dicas para quem quer experimentar o amor livre sem se dar mal.

Tem que ser igual para os dois

Se um pode, o outro pode. Essa tem de ser a regra número um de um relacionamento aberto ou poliamoroso. Natasha diz que ainda é comum o machismo dentro dessas relações. “O homem precisa entender que a mulher vai ter um comportamento sexual igual ao dele”, explica. E reforça: não pode ter julgamento. Se for o combinado, não tem erro.

Liberdade não é libertinagem

Amor livre e poliamor têm regras, sim. Mas elas variam de acordo com cada relação. Por isso, o mais importante é conversar e combinar tudo, deixar as expectativas alinhadas. Quanto mais implícitas forem as regras, maiores são as chances de alguém sair ferido.

Só mulher? Por que?

Ela também conta que é muito comum casais toparem abrir a relação com a regra de que os dois só podem se envolver com mulheres. Mas é preciso cuidado, pois isso pode ser sinal de que o homem está tentando controlar a mulher. Se você for heterossexual e ele também, ambos têm o direito de se envolver com as pessoas por quem sentem desejo. Lembre-se: se um pode, o outro também pode.

Responsabilidade afetiva

“É a arte de não ser babaca nas relações”, define Natasha. Em qualquer relação, livre, poliamorosa ou monogâmica, é preciso levar em conta os sentimentos das pessoas envolvidas. Não é porque o amor é livre, que você pode sair fazendo qualquer coisa sem pensar se isso vai machucar ou não o outro.

Camisinha, sempre!

Mesmo namorando, mesmo tendo regras, independentemente de qualquer coisa: use camisinha! Se você sabe que as outras pessoas transam com outros, é preciso tomar cuidado. “Ele pode contar uma história bonita, de que se cuida, mas como garantir?”, pergunta Natasha. Cuide da sua saúde.

Deixe tudo claro desde o começo

Quando sair com alguém, deixe claro o que espera. “Você não vai permitir que a pessoa crie uma série de expectativas, para depois dizer, por exemplo, que já tem outra relação da qual não pretende sair”, explica. A dica dela é contar logo de cara os formatos de relacionamento que espera construir, se já tem ou não outra pessoa, se está aberta para se envolver ou é apenas casual.

Fonte: Universa

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